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  • Leonardo Alvim

Ser ágil não é ser rápido

Atualizado: 25 de Nov de 2020

Vivemos em uma era de transformações nos meios de agir e comunicar das empresas, mais do que nunca o mercado começa a entender a necessidade de produtos construídos sob medida para os seus clientes. A tecnologia auxilia nos processos de interação, construção de dados, operação de máquinas e na arquitetura permite visualizar as edificações projetadas em ambiente virtual.


O mundo é VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo), com tanta informação e tecnologia, é comum ver companhias que prestam serviços esquecendo dos principais ativos de um negócio, os seus colaboradores e clientes. Em um mundo tão bombardeado por tecnologia e pelo imediatismo, falta espaço para relações de confiança e duradouras. Nesse contexto, muitos confundem o ágil com o ser veloz.


Figura 1- Inteligência artificial , computação de nuvem e internet das coisas.

Fonte: Google.


Ser ágil é agregar valor as operações, transmitindo uma essência que vai além do negócio que está sendo realizado propriamente dito. É entender que as pessoas são diferentes e possuem as mais variadas necessidades e anseios. Ser ágil, não é ser rápido, é realizar um processo incremental em busca da excelência nas atividades desenvolvidas como produtos ou serviços, é saber ouvir mais do que falar, utilizar dentro de um grau de moderação e assertividade os conceitos das metodologias ágeis e as práticas elencadas pelo PMI (Project Management Institute). Ouvir o mercado e o consumidor final que nos ofertam tantas oportunidades diárias para melhorias.


Há então o que se falar em adaptabilidade e dinamismo para navegar em um mercado extremamente competitivo e dinâmico. É neste cenário que as metodologias ágeis podem realmente servir como ferramentas de transformação e desenvolver assertividade nas operações diárias. Nesse aspecto, sabemos que o conceito ágil pode ser utilizado para gerenciar pessoas, custos, tempo, riscos, qualidade, recursos, comunicação, aquisições e muito mais.


Figura 2- Internet das coisas

No entanto, é preciso entender que cada empresa necessita de um formato único de atuação e que cada processo de implementação deve ser galgado na experimentação e na avaliação a cada Sprint gerada no processo de gerenciamento. O mais interessante é adaptar as ferramentas para uso diário e conseguir engajar o grupo nos processos de prática e melhoria contínua.


Por fim, com tantas tecnologias disponíveis, inclusive de inteligência artificial, percebe-se claramente a importância da experiência para as pessoas ao contratar um serviço ou comprar um produto.


A aproximação e o conceito do entendimento humano é que agrega valor as nossas operações!


Figura 3 - Experiência é sentir na pele, transpirar emoção

Fonte: Google.


Leonardo Alvim é CEO da ALG Arquitetura e Engenharia e está em constante interação com a Família ALG com intuito da empresa gerar desenvolvimento aos seus colaboradores, parceiros e clientes.


"Acredito que os resultados positivos são obtidos por pequenas somas de contribuições contínuas e diárias, o processo é incremental e deve ser respeitado, mas acima de tudo é preciso ter confiança nas relações e caráter nas decisões." (LEONARDO ALVIM)


DEIXE A ALG SURPREENDER VOCÊ!


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